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Lucro líquido da BR Properties cresce 226% em 2014

Divulgação - Complexo JK Divulgação - Complexo JK

A BR Properties (BRPR3), uma das maiores companhias de investimentos em imóveis comerciais em área bruta locável do Brasil, fechou o ano de 2014 com lucro líquido de R$ 264,4 milhões, 226% superior ao registrado em 2013.

 

Apesar da conjuntura de baixo crescimento econômico, a companhia comercializou 112 mil m2 de área bruta locável (ABL). Foram locadas, por exemplo, novas áreas nos edifícios Cidade Jardim – atualmente 100% ocupado – e JK Torre B, cuja taxa atual de ocupação está em 92%.

“Ao longo de 2014, a companhia contou com um aumento contínuo na taxa de ocupação de seus principais ativos em carteira, além da venda de ativos que geraram um retorno significativo aos acionistas por meio do pagamento de dividendos”, afirma Cláudio Bruni, diretor-presidente da BR Properties. Em linha com sua estratégia de reciclagem de ativos adotada em 2014, a companhia concluiu a venda de parte de seu portfólio industrial para a Global Logistics Properties e da totalidade das cotas do Fundo de Investimento Imobiliário Comercial Progressivo II ao Capital Brasileiro de Empreendimentos Imobiliários Ltda.

Segundo Claudio Bruni, em 2015 a BR Properties planeja manter a mesma estratégia que a tornou uma das maiores empresas do setor, focando nas melhores e mais disputadas regiões do país e em imóveis de primeira qualidade nas três classes de ativos que temos exposição: escritórios, galpões industriais e logísticos e grandes lojas de varejo. “Perseguimos a estratégia de consolidação do mercado, focando na aquisição de grandes propriedades, adicionando valor por meio do emprego de técnicas modernas de gestão, estratégias consistentes, racionalização de custos operacionais, retrofit e melhorias de qualidade”, diz o executivo.

Atualmente, a BR Properties possui 57 imóveis comerciais que totalizam 1.178 mil m² de ABL, dos quais dois são grandes projetos de retrofit que serão em 2015: o bloco B do Complexo JK, localizado em São Paulo e com 30 mil m² de ABL e o Edifício Souza Aranha, localizado no Rio de Janeiro e com 15 mil m² de ABL. Nesses projetos, a empresa investiu R$ 78,1 milhões em 2014 e pretende investir mais R$ 20,4 milhões em 2015.

O portfólio da BR Properties fechou o ano com taxas consolidadas de vacância financeira e física de 8,5% e 7,2%, respectivamente, enquanto o aluguel médio mensal por metro quadrado dessas propriedades aumentou 3,9% entre janeiro e dezembro de 2014. Desde sua fundação em 2006, a BR Properties vem registrando baixos níveis de inadimplência em seu portfólio, dada a excelente qualidade de crédito de sua base de locatários, na qual está empresas como Vale, BNDES, Johnson&Johnson, Accenture, Cielo, Allianz, Vivo e Volkswagen, entre outras. No término do ano, a taxa de inadimplência foi de 0,4%.

Em 2014, a companhia obteve com uma receita bruta de R$ 902,2 milhões. Desse total, 87% resultaram da locação de escritórios, 10% da de imóveis industriais e 1% da de imóveis de varejo. A subsidiária BRPR A, que administra atualmente 29 propriedades – 28 imóveis comerciais e um galpão industrial – respondeu por 2% da receita bruta total, equivalentes a R$ 4,7 milhões.

Já a receita líquida da empresa em 2014 totalizou R$ 836,8 milhões, uma pequena redução em comparação com o ano anterior, devida à perda de receita de alugueis resultante das vendas de propriedades ocorridas nos últimos 12 meses.

O EBITDA ajustado atingiu R$ 751,6 milhões, com margem de 90%, a mais alta do setor. “Mesmo com as vendas de R$ 3 bilhões em ativos, ocorridas em 2014, a companhia vem mantendo sua margem operacional em nível elevado”, afirma Claudio Bruni.

A empresa segue sendo uma forte geradora de caixa. O Funds From Operations (FFO) – medida não contábil de geração líquida de caixa utilizada no setor imobiliário – ajustado (excluindo despesas não caixa e não recorrentes) totalizou R$ 238,1 milhões, enquanto a margem FFO ajustado atingiu 28% no período.

Outro destaque da BR Properties em 2014 foi o pagamento antecipado no quarto trimestre de uma dívida de R$ 450 milhões, referente à terceira emissão de debêntures, que venceria em 2015. Concomitantemente, a empresa realizou a 5ª emissão de debêntures, no valor de R$ 500 milhões e com vencimento em 2019. Com isso, o prazo médio do endividamento da empresa foi alongado e passou a ser de 5 anos.

Fonte: Agencia Investimentos e Notícias

 

 

 


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